Crítica: Wicked

Wicked, a história não contada das bruxas de Oz, é estrelado por Cynthia Erivo (Harriet – O Caminho para a Liberdade, “A Cor Púrpura”, da Broadway) como Elphaba, uma jovem incompreendida por causa de sua pele verde incomum, que ainda não descobriu seu verdadeiro poder; e a vencedora do Grammy, artista recordista de álbuns de platina e superestrela global Ariana Grande como Glinda, uma jovem popular, ambiciosa que só quer saber de privilégios e ainda não conhece a sua verdadeira alma.

Nossa Opinião:

O mundo de Oz criado pelo escritor L. Frank Baum está muito bem representado pelo filme Wicked. Baseado em um musical composto por Stephen Schwartz com libreto de Winnie Holzman. A obra é baseada no romance de 1995 de Gregory Maguire, Wicked: The Life and Times of the Wicked Witch of the West.

O filme ilustra de maneira luxuosa a história da Elphaba e Glinda. Que imagens! Cores e músicas. Cenários lindos. Só tenho elogios ao filme. Produção perfeita, atuações incríveis das protagonistas. A minha recomendação é assistir legendado. Sim. Eu disse legendado. Mesmo com as potências vocais das talentosas Fabi Bang (Glinda) e Myra Ruiz (Elphaba) que foram o sucesso absoluto do espetáculo brasileiro infelizmente não conseguiram passar na dublagem o que elas passam quando estão no palco.

Sei que pode parecer maluquice para quem lê, mas as atrizes tiveram que se adaptar à atuação de Cynthia Erivo e da Ariana Grande. Isso é muita coisa. Elas desenvolveram as vozes de seus personagens no palco por muitos anos (a primeira montagem da peça é de 2016, outra em 2023 e uma próxima em 2025). Essa mudança de mídia e a ideia da criação de uma voz própria para o personagem não conseguiram ser alcançadas.

Mesmo assim, a obra é incrível e deve ser vista no cinema. Acho inclusive que o filme pode ir bem no mundo todo por que tem uma qualidade absurda.