Crítica : Trem-Bala

 

Em Trem-Bala, Ladybug (Brad Pitt) é um assassino azarado, determinado a fazer seu trabalho pacificamente depois de muitas missões saírem dos trilhos. Quase desistindo de sua carreira, ele é recrutado por Maria Beetle (Sandra Bullock) para coletar uma maleta em um trem-bala indo de Tóquio para Morioka. O destino, no entanto, pode ter outros planos, pois a última missão de Ladybug o coloca em rota de colisão com adversários letais de todo o mundo – todos com objetivos conectados, mas conflitantes. A bordo estão os companheiros assassinos Kimura, Prince, Tangerine e Lemon.  No trem mais rápido do mundo – um dos trens-bala Shinkansen, no Japão – Ladybug fica sob ameaça com uma bomba que explodirá automaticamente se o trem diminuir a velocidade abaixo de 80 quilômetros por hora, a menos que um resgate seja pago. E ele precisa descobrir como sair.
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Nossa Opinião:

Estamos diante do nascimento de um clássico de ação dessa década. O filme que facilmente relembra o filme Kill Bill do Tarantino por conta da utilização da mesma linguagem de mangá. Um filme violento e ao mesmo tempo regado de bom humor. Só por isso você já pode esperar o tipo de público a que vai agradar esse filme. A utilização do flashback como inserção de informações importantes ao plot principal está consagrado nesse filme. Isso pode vir a exigir uma atenção enorme ao expectador do filme. Eu fico muito feliz quando vejo um filme como esse em que o roteiro está tão bem amarrado. Dá gosto de assistir. Tudo funciona nesse filme. Eu arrisco em dizer que esse é facilmente o melhor filme de ação desse ano. Recomendo que se vá ao cinema para assistir. Vale muito a pena!