Crítica: Lightyear

 

Nesta aventura de ficção científica cheia de ação, conhecemos a origem definitiva de Buzz Lightyear (voz de Chris Evans), o herói que inspirou o brinquedo. “Lightyear” segue o lendário Space Ranger em uma aventura intergaláctica ao lado de um grupo de recrutas ambiciosos (vozes de Keke Palmer, Dale Soules e Taika Waititi), e seu companheiro robô Sox (voz de Peter Sohn). Também se juntam ao elenco Uzo Aduba, James Brolin, Mary McDonald-Lewis, Efren Ramirez e Isiah Whitlock Jr. Dirigido por Angus MacLane (co-diretor de “Procurando Dory”) e produzido por Galyn Susman, “Lightyear” estreia em 16 de junho de 2022, exclusivamente nos cinemas.


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Nossa Opinião:

O Andy estava certo! Esse é um filme marcante da Pixar. A qualidade dessa animação é surpreendente! Temos um roteiro batido (nada de surpreendente, principalmente se você acompanhou a a saga Toy Story). Isso não tira o brilho e a ação que você simplesmente não imagina que vai ser apresentado nesse filme. 

Como todo filme da Pixar, sempre haverá uma lição entremeada na história. O público desse filme é bem definido: para galera nostalgica (com eu) e para uma criançada que nunca teve contato com o filme. O impacto fica na linguagem. A saída de uma linguagem infantil para uma história mais robusta (batida, porém robusta) marca uma mudança de entendimento do público. A recomendação é garantida. As crianças vão se divertir assim como os adultos. Há cenas extras no final do filme.