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Pantera Negra – Crítica

Após a morte do rei T’Chaka (John Kani), o príncipe T’Challa (Chadwick Boseman) retorna a Wakanda para a cerimônia de coroação. Nela são reunidas as cinco tribos que compõem o reino, sendo que uma delas, os Jabari, não apoia o atual governo. T’Challa logo recebe o apoio de Okoye (Danai Gurira), a chefe da guarda de Wakanda, da irmã Shuri (Laetitia Wright), que coordena a área tecnológica do reino, e também de Nakia (Lupita Nyong’o), a grande paixão do atual Pantera Negra, que não quer se tornar rainha. Juntos, eles estão à procura de Ulysses Klaue (Andy Serkis), que roubou de Wakanda um punhado de vibranium, alguns anos atrás.

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4

Nossa Crítica:

A magia Marvel Studios faz mais um acerto. Que história incrível! Esse filme teve o mesmo efeito que gerou o Homem Formiga: Queremos mais dessas histórias! Entender que o Pantera Negra na realidade é uma posição e como ela é estabelecida e todo desenvolvimento de Wakkanda como Utopia tecnológica faz com que o filme questione relações sociais de poder versus armas, nacionalismo versus humanidade, assuntos absolutamente atuais além do preconceito racial (que toma até pouco espaço em um filme que poderia ser verdadeiramente um manifesto sobre o tema e optou por não ser). O filme realmente se difere dos demais do Universo Cinematográfico Marvel ao por exemplo não ser um filme cheio de piadas como foi Thor:Ragnarok. Ele leva o mito do personagem a sério. É como se essa característica fosse imprescindível para compreender atitudes futuras do personagem (especulação). A sensação que esse filme passou foi na realidade que Wakkanda poderia ter muito mais histórias para serem contadas ANTES da Guerra Infinita. Recomendamos muito o filme!

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