Crítica: Frozen 2

 

Lançamento no Brasil em 2 de Janeiro de 2020

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3.5

Nossa Opinião

Há um enorme desafio para esse filme. Frozen foi um fenômeno cinematográfico. O filme de 2013 que deu a Disney milhões inesperados e restabeleceu a fé dentro da Walt Disney Animation Studios. O estúdio que teve que se equipar para enfrentar em um determinado momento a Pixar (antes da aquisição pela Disney) e teve como resultados O Galinho Chicken Little (aclamado pela crítica) e Os fantasmas de Scrooge (com Jim Carey). As animações naquele momento pareciam ter perdido o traço tradicional como se tem em A Princesa e o Sapo (também de 2009).

O sucesso do filme de orçamento de US$150 milhões faturou mundialmente (aproximadamente) 1 bilhão e duzentos milhões de dólares.  Tanto sucesso já gerou um pequeno curta metragem de natal com o personagem Olaf  e finalmente esse segundo filme. A regra em Hollywood : Usar até não dar mais dinheiro é o que dita o futuro de Frozen. De acordo com o site Metacritic a nota desse filme é 65 (diferente da sua primeira versão que teve a nota 74)

No que se refere ao filme, temos uma história bem amarrada que quebra com a expectativa negativa de sequências de longas metragem. O carisma dos personagens e habilidade de buscar na história original pontos esquecidos, são engrenagens fundamentais para tornar esse filme um belo programa para toda família. Destaque para inúmeras piadas de Olaf que na sua inocência natural “quebra” com a sequências de ação. Recomendo muito assistir nos cinemas.

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