Crítica – Anna, o perigo tem nome

Por trás da beleza marcante de Anna Poliatova há um segredo que irá expor sua indestrutível força e habilidade para se tornar uma das assassinas mais temidas do mundo. Uma eletrizante e emocionante viagem repleta de energia, reviravoltas surpreendentes e ação de tirar o fôlego. ANNA apresenta Sasha Luss na personagem que dá nome ao filme e traz um elenco com várias estrelas, incluindo a vencedora do Oscar Helen Mirren, Cillian Murphy e Luke Evans.

 

 

 

 

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Nossa Opinião

Para aqueles que tiveram um contato com o filme Nikita, do mesmo diretor de Anna, Luc Besson, invariavelmente farão a comparação com o original. O que para o filme não é interessante. Entender que os filmes são histórias diferentes para quem já assistiu Nikita de 1991 com o decorrer do filme se faz bastante problemático. Detalhes parecem diferenciar as duas histórias (e não são muitos). Há uma mudança de narrativa, muito contemporânea com o uso de flashbacks e a mudança no perfil da Assassina que é absolutamente dona de si e não dependente de uma figura masculina como era em Nikita.  Anna se torna uma assassina da KGB e não ganha uma montagem do seu treinamento de 15 segundos. Ela simplesmente é treinada de uma cena para outra. Fez falta. O desenvolvimento do filme é o que se espera de um filme de espionagem e ele cumpre o seu dever de entreter. Sem dúvida ele vai divertir. Principalmente quem nunca assistiu Nikita

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