Crítica : Última Noite

Em Silent Night, acompanhamos a história de Nell (Keira Knightley), Simon (Matthew Goode) e seu filho Art (Roman Griffin Davis), uma família que está se preparando para receber amigos e familiares em um banquete de natal. Entretanto, tudo muda quando descobrem que todos vão morrer. Após uma nuvem venenosa chegar sobre o Reino Unido, a extinção é iminente. No YouTube, já é possível ver pessoas sangrando pelos olhos e ouvidos. No entanto, mesmo nesta hora de pavor final, anúncios felizes são feitos, desentendimentos surgem, pessoas dançam e ocorrem fraquezas comuns.

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Nossa Opinião:
Fiquei muito surpreso positivamente pela forma que o roteiro do filme apresenta o seu plot. Como sempre faço, procuro não ter acesso ao conteúdo do filme de maneira nenhuma para deixar que o filme se apresente. Em um primeiro momento o filme busca nos engajar como se estivéssemos vendo um retrato de nossas famílias. Busca uma proximidade de que estaríamos diante de mais um filme de natal. 
Entretanto, o filme começa a mudar de rumo, mostrando que na realidade ele é uma grande distopia. Seus personagens, que até aquele momento pareciam ser superficiais e cumprindo apenas os papéis designados pela família, mostram os seus monstros interiores diante da situação extrema. O filme é interessante e indicado para quem gosta de drama. Pode ser uma boa opção para quem não quer ver nada de natal nos cinemas nessa época de final de ano. 
A Última Noite –  Estréia nos cinemas dia 23 de dezembro