Crítica : Five Nights at Freddy's

 

Five Nights At Freddy’s – O Pesadelo Sem Fim é a primeira adaptação cinematográfica da famosa franquia homônima de jogos lançada em 2014 e criada por Scott Cawthon. Dirigido por Emma Tammi (Terra Assombrada, Fair Chase), a história se passa em um restaurante familiar tipicamente americano chamado Freddy Fazbear’s Pizza, e acompanha Mike Schmidt (Josh Hutcherson), um jovem que está passando por alguns problemas financeiros. Felizmente, ele vê a resposta para seus problemas ao ser contratado para trabalhar como o vigia noturno da pizzaria. Sob o comando do gerente Steve Raglan (Matthew Lillard), o lugar é muito famoso por seus característicos robôs animados, que são o rosto do local e fazem a festa das crianças durante o dia. Porém, quando o sol se põe e a escuridão da noite chega, um segredo obscuro e mortal é revelado: os bonecos animatrônicos ganham vida, transformando-se em assassinos psicopatas e partindo em uma violenta matança.

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Nossa Opinião:

Bem, esse jogo lançado em 2014 foi absolutamente um fenômeno que Scott Cawthon desenvolveu. Não só popularizou o que conhecemos hoje como Jump Scare mas se tornou um fenômeno multimidia (A franquia atualmente consiste em um total de 20 videogames, um total de 48 livros (3 livros de romance, 21 livros de antologia, 8 histórias em quadrinhos, 5 guias, 3 livros para colorir livros e 8 outros livros), bem como uma atração de terror, lentes Snapchat, um próximo filme e um lote contínuo de mercadorias). 

Com isso, Scott desenvolveu um cânone que se desenvolve muitas vezes no final de suas obras como um verdadeiro quebra-cabeças. Isso levou o influenciador e criador do site The Game Theorists Mathew Patrick (que por sinal faz uma aparição no filme) a desenvolver uma série de vídeos tentando resolver a obra de Cawthon. Vou disponibilizar o link da playlist aqui.

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É um legado muito grande e com uma fanbase tão grande quanto. Então, já era de se imaginar que esse filme viesse para agradar esse público. Tanto que o roteiro é do próprio Scott. Afinal, qual o resultado do filme? É uma adaptação que falha na sua edição para poder conseguir se adequar ao público PG-13. Essa é uma classificação muito mais abrangente e rentável para a Universal Studios. Por isso, o filme acaba criando as expectativas, mas não alcançando o ápice esperado. 
Uma história tão dark como essa, acaba parecendo como um filme fraquinho que não tem Jump Scares!? Acredito que uma nova edição tornaria o filme em algo mais interessante e ágil. De novo, isso foi uma opção do Estúdio para alcançar um maior lucro. A recomendação fica limitado para os fãs. Não acho que esse filme vai agregar essa fiel fanbase. Até o momento dessa crítica, ainda não tinha saído a nota do Rotten Tomatoes que eu acredito que seja bem baixo. Se você deseja assistir esse filme, assista quando estiver no streaming.