Crítica: Drácula – Uma história de Amor

Depois que sua esposa morre, um príncipe do século 15 renuncia a Deus e se torna um vampiro. Séculos mais tarde, na Londres do século 19, ele vê uma mulher se assemelhando à sua falecida esposa e a persegue, selando seu próprio destino.

Nossa Opinião:

Talvez das poucas vezes que uma tradução foi tão certeira quanto dessa vez. Só por isso já pode ser um problema. A ideia dos Monstros da Universal Studios terem novas interpretações e humanizando mais essas histórias podem afetar percepção do público e o seu interesse.

A visão do diretor Luc Besson busca trazer por empatia a desconstrução da imagem do Drácula que foi utilizada por anos a fio. Ver o homem por trás do monstro é a motivação desse filme. Sim, haverá sangue. Haverá cabeças decepadas. E muito romance (algo que eu simplesmente não fazia sentido em se tratando do “Lorde das Trevas”).

Não me entenda mal: O filme tem inúmeras qualidades. Toda a parte de figurino dos personagens é impecável. Cenários e ambientação perfeitos. Todas as qualidade técnicas executados de maneira equilibrada. Destaque para homenagem a obra homônima do Bram Stoker que influencia muito a escolha de cabelos do protagonista.

Quanto a recomendação, eu destaco como uma opção para casais no cinema (aqueles que querem ver o filme) e pessoas que gostam de romance. Se puder esperar, pode ser uma opção quando entrar em algum stream.