Crítica: Às Vezes Quero Sumir

Às Vezes Quero Sumir é uma comédia romântica dirigida por Rachel Lambert, que mergulha nas complexidades da mente de Fran (Daisy Ridley), uma mulher que tem o hábito de pensar em morrer. Em um momento inusitado e cômico no trabalho, Fran faz o garoto novato da sua empresa dar risadas, o que acaba resultando em um inesperado romance entre os dois. No entanto, à medida que o relacionamento floresce, Fran se vê lutando contra seus próprios demônios internos. Sua tendência a se afundar em pensamentos sombrios e autodestrutivos ameaça colocar obstáculos no caminho da felicidade que ela tanto deseja com seu novo parceiro. Entre risadas e reflexões, Às Vezes Quero Sumir aborda temas sensíveis de uma forma leve e divertida, enquanto acompanha Fran em sua jornada de autoaceitação e amor próprio. O filme promete uma mistura de humor, romance e uma dose de introspecção, oferecendo uma visão única sobre as lutas internas de uma mente que busca encontrar seu lugar no mundo.

Nossa Opinião:

Um filme sensível que lida com muito cuidado temas delicados como a morte e a solidão. Em um mundo em que a protagonista parece viver em isolamento social o filme opta em retratar tudo em volta com uma junção de cores azuis e cinzas para estabelecer o clima do filme.

O uso de alegorias para explicar os sentimentos de Fran são incisivos e necessários para compreender o que se passa na cabeça da protagonista. Esses insights em alguns momentos até bruscos, são artifícios fundamentais para desconstrução das barreiras da personagem.

O trabalho de Daisy Ridley nesse personagem é incrível. Ela desenvolve aspectos da personagem com maestria.

Esse não é um filme para todo mundo. Se você gosta de um bom drama vai encontrar nesse filme uma bela opção para o cinema.