Miranda Priestly luta contra Emily Charlton, sua ex-assistente que se tornou uma executiva. Miranda se aproxima da aposentadoria enquanto compete pela publicidade em meio ao declínio da mídia impressa.
Nossa Opinião:
Talvez seja uma das melhores surpresas desta temporada. Assisti ao primeiro filme, no qual havia uma explicação do universo da moda e da figura de Miranda Priestly, personagem icônica de Meryl Streep, abertamente baseada na famosa (ex) editora-chefe da Vogue, Anna Wintour. Esse conjunto de introdução à História da Moda e o carisma da workaholic excêntrica — editora da imaginária revista Runway — resumem a história de vinte anos atrás.
As expectativas em revisitar esses personagens eram grandes por parte do público; ao mesmo tempo, poderia ser um ‘tiro no pé’. Se este filme não tivesse um roteiro à altura do anterior (uma vez que é importante lembrar que se trata de uma adaptação), poderia gerar um efeito cascata e prejudicar não só o estúdio, quanto os atores.
O que este filme faz é ir além. Vai de um questionamento sobre o jornalismo moderno e o fim das publicações tradicionais (gatilho imenso para os colegas de comunicação e jornalismo) à ideia de legado. Acredite: é um roteiro fechado. Um filme leve e cheio de reviravoltas.
Eu recomendo muito o filme. Como você deve imaginar, o público feminino e LGBTQIAPN+ vai amar, e o masculino não vai sofrer assistindo.











