Sinopse: James é atraído de volta para Silent Hill por uma carta misteriosa de Mary, sua esposa morta, e precisa encarar os horrores da cidade e desvendar verdades perturbadoras.
Nossa Opinião:
Mais uma tentativa de adaptação de uma obra feita para outra mídia. Não são muitos os filmes que alcançam a proeza de traduzir uma experiência totalmente pensada para videogames. Não estamos falando de recursos antigos, como a associação com o Atari (para o público mais veterano) ou o Super Mario da Nintendo. Estamos falando de empresas especializadas em entretenimento que desenvolvem um processo de imersão do jogador/telespectador na história. Por meio de tecnologia sonora e do uso específico de efeitos visuais, alcançam-se resultados que vão além da tela de projeção, monitor ou televisão.
Com Christophe Gans, o mesmo diretor do primeiro filme de 2006, essa é adaptação do Segundo Jogo da Série Silent Hill. Eu inclusive recomendo aos fãs verem essa entrevista abaixo (está em inglês, mas utilizem a ferramenta de tradução simultânea do Youtube que vai ajudar muito)
Se você foi mais atento, reparou que, em um primeiro momento, eu me referi aos fãs. Sim, além da pegada nostálgica e sempre lucrativa, o filme pode não atrair o grande público devido à sua história, recheada de referências que se truncam propositalmente para gerar um sentimento de confusão e ‘loucura’ no espectador. Posso exemplificar isso — sem dar spoilers — pelo número enorme de flashbacks e flashforwards.
Para você que quer apenas curtir o filme e saber se vale a pena assisti-lo no cinema, eu digo: o enredo é complexo e pode não agradar a todos por conta da sua linguagem truncada. Aos espectadores fotossensíveis, fica o meu alerta para algumas cenas (não vi esse aviso em lugar nenhum). Talvez seja mais interessante aguardar o lançamento no streaming.
Caça ao Tesouro para quem for ver o filme: onde o James arranja a lanterna que funciona na história?
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