Crítica: O Homem do Saco

Sinopse:

Uma lenda feita para assustar crianças malcriadas pode não ser apenas uma fábula no fim das contas. Em O Homem do Saco, uma família vive um pesadelo após serem perseguidos por uma criatura mitológica maligna, o Homem do Saco. Patrick McKee (Sam Claflin) acaba de retornar para sua cidade natal com seu filho Jake (Caréll Rhoden) e sua mulher Karina (Antonia Thomas). Quando era criança, o pai de Patrick costuma contar, para ele e seu irmão Liam, a história desse monstro que levava crianças inocentes numa sacola e as devorava. Convencido de que escapou de um encontro com o homem do saco na juventude, Patrick permanece com os traumas desse dia assombroso até os dias de hoje. Agora, a entidade parece estar de volta, ameaçando a paz e a segurança de sua família e com o menino Jake na sua mira

Nossa Opinião:

O que falar desse filme que não seja negativo? Pois é.  O filme deixa muito a desejar.  Fora de ritmo e cansativo e com uma história que simplesmente não funciona. 

Mesmo seguindo aquela fórmula tradicional dos filmes slashers o filme se utiliza de bengalas para manter o enredo.

Há soluções mirabolantes para questões sem explicação durante o filme. Nossa… cansa. 

Acho que houve uma tentativa na montagem do filme trocando a ordem de que algumas importantes que introduziam a história no Meio do filme. Fora a opção do diretor em filmar a maior parte do filme na penumbra e quase não se enxerga  .

Fica evidente que houve a tentativa de estabelecer um terror psicológico visto que o protagonista aparece no máximo 15 minutos (e eu estou exagerando).

Não há recomendação para ver no cinema.   Espere para ver no streaming ou simplesmente não ver.