Bob Leiber (Billy Eichner) e Aaron (Luke Macfarlane) são dois homens com problemas amorosos que descobrem que é possível encontrar o amor em meio à loucura. Eles entrarão em um relacionamento surpreendente, diferente de tudo que já viveram com outras pessoas antes. Uma história cheia de bom humor e novas descobertas.
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Nossa Opinião:
Vamos lá. Esse filme tem seus méritos. É a primeira comédia romantica LGBTQIA+ de um grande estúdio como a Universal. Um elenco exclusivamente da comunidade e retratando o dia-a-dia de um gay sis que vive em Nova York que tenta se relacionar nos dias de hoje. Até ai tudo bem. A grande questão é que a maior parte das refêrencias do filme estão restritas a cultura pop/gay dos Estados Unidos.
Então logo no início fica na cara que as piadas que Eichner coloca não emplacam no público (de novo, por falta de referência). Entretanto, quando o personagem compartilha sua rotina, ela se torna universal dentro de um nicho gay sis.
Há momentos engraçados e que no conjunto tornam o filme fofo. Só que ele não se comunica com um público mais amplo. Ainda mais com essa onda de ultra conservadora que assola vários países no mundo.
O roteiro tem problemas. O uso de uma linguagem e depois a mudança repentina para outra gera um ruído que me incomodou mas provávelmente não vai afetar a sua experîencia.
Retomando: é um filme fundamental para a comunidade LGBTQIA+ por ser um vislumbre de reconhecimento daqueles que foram ignorados por Hollywood por tanto tempo. A nossa recomendação é para quem deseja conhecer e rir com essa comédia romântica. É um filme de nicho infelizmente. Vale a pena assistir sim, só não sei se no cinema. O custo do cinema exige uma escolha mais criteriosa.