Crítica: Wonka

Estrelado por Timothée Chalamet, Wonka narra a origem e a jornada do icônico personagem, mostrando os obstáculos percorridos para que se tornasse o dono da maior fábrica de chocolate do mundo. Em aventuras extraordinárias, recheadas com magia e chocolate, o filme promete encantar com nostalgia e cores como o público nunca viu, além de trazer doses de humor com os famosos Oompa-Loompas – um deles interpretado por Hugh Grant.

Nossa Opinião

Para quem não conhece o meu processo de crítica, eu não costumo assistir trailer para que eu tenha o impacto da história. Foi assim com o Wonka.

Não tinha expectativas sobre o filme. Confesso que via e ainda vejo o filme como desnecessário uma vez que a versão do Tim Burton é definitiva na minha opinião. O filme de Burton é muito completo preenchendo todas as lacunas do filme original.

Então, temos o Wonka que se propõe em contar a juventude do Chocolateiro e como ele se torna famoso. Para isso, o filme faz a interpretação própria que acaba contando uma nova origem assim como de outros personagens que são lamentavelmente esquecíveis (alguns só ganham desfecho de suas histórias somente na cena pós créditos).

Quanto as músicas feitas para o filme são fantásticas. Elas são as responsáveis pelo êxito da película. Timothée Chalamet faz a parte dele cantando. Quanto a coreografia, o rapaz tira a nota necessária para passar no filme. (Não costumo reparar nisso mas ficou forçado, principalmente no início do filme)

Dito tudo isso, é preciso avaliar o público desse filme. E é sem a menor dúvida apresentar para um novo público e também surfar na onda do Chalamet (faturar).

É um musical que se beneficia de cinemas com uma alta qualidade de áudio digital. Essa deve ser uma escolha sua para assistir o filme. Ele é sem dúvida uma boa opção para cinema nesse final de ano se você curte musicais.