Crítica: Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes

Anos antes de se tornar o presidente tirânico de Panem, Coriolanus Snow, de 18 anos, vê uma chance de mudar sua sorte quando se torna o mentor de Lucy Gray Baird, o tributo feminino do Distrito 12.

Nossa Opinião:

Trago notícias para os fãs dessa franquia. E lamento que não sejam das melhores. Um filme que realmente não tinha a menor necessidade de existir. Simplesmente por não acrescentar em nada (no sentido de agregar ao lore da trilogia original). Fica tão complicado assistir um filme que se propõe ser predecessor da trilogia e simplesmente falha na ideia trazer uma origem.

Explico: O filme faz o foco no personagem de Snow. Então, tudo explicado sob o olhar dele (teoricamente). Os saltos temporais são bruscos no inicio do filme e trazem erros graves cronológicos. As explicações da criação do jogos vorazes simplesmente entram em um segundo plano existindo a pelo menos 9 anos antes desse filme. Acho que a justificativa dada no filme não é diferente do que foi apresentado nos outros filmes e não convence.

Fora que o filme poderia ter tranquilamente duas horas de filme e não as quase três horas de filme. A justificativa que o filme apresenta para a elevação do status de antagonista de Snow é tão fraca que tornou para mim uma dificuldade enorme em fazer uma recomendação para ver esse filme no cinema.

Acredito que os fãs vão assistir esse filme, mas não recomendo que vocês assistam ele no cinema (Cinema está caro!). Aguardem se quiserem quando ele chegar nos streamings.