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Mudança: A dor empacotada

Quando se fala que se gosta de mudanças devemos remeter imediatamente a uma mudança de ideia, opinião, atitude, questões todas dentro da dimensão do intocável, no plano das idéias literalmente porque no que se trata de mudança material, a coisa muda de figura. Empacotar, selecionar o que vai e o que fica, caçar empresas para realizar a mudança, trocar todos os serviços essenciais de um lugar para o outro, aguardar instaladores, entregas de móveis e de eletrodomésticos dão os cinquenta tons do inferno astral do ser humano.

Por alguma razão as pessoas buscam na ideia de “Você vai fazer isso apenas uma vez” uma espécie de conforto diante de tanto trabalho que a mudança gera. As sensações de ter um lar e de repente não ter mais sensibilizam as pessoas, mesmo que seja por um curto período de tempo. Ter um lugar para chamar de seu é uma conquista importantíssima na vida da pessoa e deve ser comemorada. Entenda, estar de mudança é estar em trânsito. A pessoa começa a viver de maneira diferente, agindo de maneira que nem ela mesmo saiba que poderia viver assim.

O tom pode ser lugar comum com uma braçada espiritualista, mas a grande verdade é (ATENÇÃO: Nas próximas linhas você lerá mais um lugar comum, se você não está preparado para tais emoções, saia dessa página agora.)

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Mudança é na verdade um recomeço de vida

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