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Crítica: BOHEMIAN RHAPSODY

Bohemian Rhapsody é uma celebração exuberante do Queen, sua música e seu extraordinário cantor principal Freddie Mercury, que desafiou estereótipos e quebrou convenções para se tornar um dos artistas mais amados do planeta. O filme mostra o sucesso meteórico da banda através de suas canções icônicas e som revolucionário, a quase implosão quando o estilo de vida de Mercury sai do controle e o reencontro triunfal na véspera do Live Aid, onde Mercury, agora enfrentando uma doença fatal, comanda a banda em uma das maiores apresentações da história do rock. Durante esse processo, foi consolidado o legado da banda que sempre foi mais como uma família, e que continua a inspirar desajustados, sonhadores e amantes de música até os dias de hoje.

 

 

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Nossa Opinião

Eu levei um tempo para concretizar em palavras o que esse filme representa. Ele é um retrato doce do que foi Freddie Mercury e sua passagem pela banda Queen (A banda ainda continuar ativa com os vocais de Adam Lambert). O filme é uma mistura entre uma biografia de Mercury e a trajetória inicial da Banda. Em alguns momentos passa a sensação de estar assistindo o programa Biography do History Channel. Como disse, ele apresenta um recorte muito doce do popstar (faz apenas pequenas alusões aos escândalos com os tabloides ingleses), um presente para os fãs. O esquema é reviver a nostalgia que essa brilhante banda deixou de legado para os novos e antigos fãs. Isso o filme faz com primazia. Um filme que vale a pena o ingresso.

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