Crítica: Aladin

Uma emocionante adaptação em formato live-action do clássico de animação da Disney, “Aladdin” é a empolgante história do adorável Aladdin, da corajosa e determinada Princesa Jasmine e do Gênio, que pode ser a chave para o futuro deles.

Dirigido por Guy Ritchie, que empresta seu talento singular para ação visceral de ritmo acelerado à fictícia cidade portuária de Agrabah, “Aladdin” foi escrito por John August e Ritchie, baseando-se na animação “Aladdin”, da Disney. O filme é estrelado por Will Smith como o extraordinário gênio, Mena como o charmoso malandro Aladdin, Naomi Scott como Jasmine, a linda e determinada princesa, Marwan Kenzari como Jafar, o poderoso feiticeiro, Navid Negahban como o sultão preocupado com o futuro de sua filha, Nasim Pedrad como Dalia, a melhor amiga e confidente da princesa Jasmine, Billy Magnussen como o belo e arrogante pretendente príncipe Anders e Numan Acar como Hakim, o braço direito de Jafar e capitão dos guardas do palácio.

“Aladdin” foi produzido por Dan Lin, p.g.a., e Jonathan Eirich, p.g.a., com o indicado ao Oscar® e vencedor do Golden Globe® Marc Platt e Kevin De La Noy como produtores executivos. O compositor e vencedor de oito prêmios da Academia, Alan Menken, é o responsável pelo fundo instrumental (partitura), que inclui novas gravações das canções originais escritas por Menken e os letristas vencedores do Oscar, Howard Ashman e Tim Rice, além de duas novas canções escritas por Menken e os vencedores do Oscar e do Tony, Benj Pasek e Justin Paulres.

“Aladdin” estreia no Braisl no dia 23 de maio de 2019.

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Nossa Opinião

Precisamos deixa uma coisa bem clara antes de começarmos essa crítica: Will Smith sempre será Will Smith. Temos que entender isso antes de mais nada. Prometo voltar a isso mais a frente. Agora do início: A moda de “live action” dos filmes Disney tem se mostrado muito rentável e conquistando públicos étnicos que se tornaram hoje comercialmente interessantes. Não vamos discutir sucesso dos filmes, não é isso.  Eles são obras de animação consagradas por público e crítica (Não é atoa que são consideradas como Clássicos Disney). A realização dessas versões de clássicos da animação nascem no limiar do sucesso e fracasso. Começam sempre com argumentos pessimistas, piadas até o desenvolvimento do produto e o lançamento com alcanço da glória dos espectadores. O que faz a diferença dessa obra em relação ao seu original são principalmente os detalhes. Detalhes que eu não me atentaria normalmente mas fazem com que a história de ficção lance âncoras trazendo mais proximidade com a realidade e até verosímil. Desde a escolha do elenco, composição da cidade, danças e roupas tudo faz diferença nesse filme.  Para os fã-boys como eu da Disney, vão notar pequenas modificações na narrativa que não prejudicam o filme. Algumas delas complementam e amarram o fim do filme muito bem. Diante disso, precisamos falar do gênio da lâmpada. Will Smith elaborou a sua versão do Gênio que foi consagrada por Robin Williams. Fez ele muito bem. Porque não devemos comparar as duas atuações. São talentos diferentes mas personalidades que completam a imagem que o personagem ostenta e precisa. Sejamos francos, depois de três filmes do MIB com o personagem do agente “J”, estamos sempre esperando que Will comece a cantar de óculos escuros. O filme exigiu que o ator tivesse uma certa versatilidade (coisa que ele não fazia desde a tempos com Fresh Prince of Bell Air) fugindo dos aspectos que ele galgou com seus filmes dramáticos. O resultado é um ótimo filme para se assistir em família, para apresentar filhos e netos a magia que foi a animação. Vale o ingresso.

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